Arquitetura

Arqueólogo descobre antigo local de batalha em Jerusalém

Arqueólogo descobre antigo local de batalha em Jerusalém


Arqueólogos israelenses desenterraram os restos de uma antiga torre de Jerusalém, congelada no tempo antes de o exército romano bombardear suas paredes. O exército deles conquistou a cidade e destruiu o Segundo Templo há quase dois milênios.

[Imagem cortesia de Autoridade de Antiguidades de Israel]

A equipe também descobriu pedras de projétil usadas pelos romanos para derrubar os guardas judeus no topo da torre. Eles encontraram cerca de 70 balistas e pedras de estilingue na frente da parede. Essa evidência pode provar a antiga batalha relatada por Josefo, um estudioso e historiador romano-judeu do primeiro século.

[Imagem cortesia de Creative Commons]

A Autoridade de Antiguidades de Israel disse que os restos mortais foram encontrados durante uma escavação no complexo russo de Jerusalém. O complexo é onde o novo campus da Academia de Artes e Design de Bezalel será construído.

“Este é um testemunho fascinante do intenso bombardeio do exército romano, liderado por Tito, em seu caminho para conquistar a cidade e destruir o Segundo Templo”, disse um comunicado da equipe.

Os segmentos encontrados da parede tinham mais de um metro e oitenta de largura. As descobertas remontam à era romana, devido aos fragmentos de cerâmica em torno da parede. Os restos encontrados pela equipe estão relacionados à Terceira Parede. Durante a maior parte dos anos 1900, os estudiosos debateram sobre a localização e os limites do muro.

[Imagem cortesia de Autoridade de Antiguidades de Israel]

Conflito Internacional

Os resultados serão apresentados na Universidade Hebraica de Jerusalém no final deste mês. Essa descoberta chega em um momento crucial para Israel. O país está envolvido em um debate diplomático com a UNESCO sobre uma decisão da ONU que Israel afirma ignorar os laços judaico-cristãos com os locais mais sagrados de Jerusalém.

[Imagem cortesia de Autoridade de Antiguidades de Israel]

Na resolução, o Monte do Templo e o Muro das Lamentações eram conhecidos apenas por nomes muçulmanos. Também condenou Israel como a "potência ocupante" pelas ações realizadas em ambos os locais. O conselho executivo da UNESCO confirmou a resolução na quinta-feira passada.

Via Times of Israel

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